Apontamentos e reflexões sobre temas históricos do passado ao presente...

24
Out 14

O dia 24 de outubro de 1929 ficou conhecido como a "quinta-feira" negra, quando milhões de ações não encontraram comprador, provocando o crash da Bolsa de valores de Nova Iorque, e dando posteriormente origem à Grande Depressão dos anos 30.

Ver artigo em Estórias da História.

publicado por Conceição Janeiro às 17:20

02
Out 14

40 mapas que explicam a Primeira Guerra Mundial.

Changes to Europe after World War I

publicado por Conceição Janeiro às 16:24

14
Mar 14

A Revolução Portuguesa vista pela historiadora e investigadora Raquel Varela.

Nunca tanta gente decidiu tanto!

publicado por Conceição Janeiro às 13:46

09
Mar 14

Encontra-se disponível no site da Associação 25 de abril um curso concebido e promovido pela A25A sobre a história contemporânea de Portugal, em particular a Revolução de 25 de abril de 1974.

Módulos:

I - O Estado novo no pós-guerra;  A oposição ao Estado Novo

II - Guerra colonial

III - A conspiração e a ação do 25 de abril

IV - A descolonização

V - A transição do poder revolucionário para o poder democrático

publicado por Conceição Janeiro às 16:02

26
Jan 14

Alemanha, Segunda Guerra Mundial. O menino Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazi (David Tewlis) que assume um cargo importante num campo de concentração. Sem saber realmente o que o pai faz, ele e a mãe(Vera Farmiga) deixam Berlim e mudam-se para uma área isolada, onde não há muito que fazer para uma criança da sua idade. Os problemas começam quando a criança decide explorar o local e conhece Shmuel (Jack Scanlon), um menino que usava um pijama às riscas e estava sempre do outro lado de uma cerca eletrificada. A amizade cresce entre os dois e Bruno passa, cada vez mais, a visitá-lo, tornando-se essa relação cada vez mais perigosa ....

O filme está disponível (por enquanto) no Youtube.

publicado por Conceição Janeiro às 11:27

18
Jan 14
Há 80 anos, a 18 de janeiro de 1834, os vidreiros da Marinha Grande insurgiram-se contra o regime salazarista, contestando a nova lei que proibia os sindicatos livres...





publicado por Conceição Janeiro às 10:51

25
Nov 13

A nomeação de Vasco Lourenço para comandante da Região Militar de Lisboa, em substituição de Otelo, foi contestada pelos setores do MFA afetos a Otelo. O clima insurreccional que se seguiu no seio das Forças Armadas conduziu o Presidente da República a decretar o estado de sítio, a 25 de novembro. As forças de esquerda dentro do MFA foram neutralizadas, tendo triunfado os militares partidários do Grupo dos Nove, coordenado pelo então tenente-coronel Ramalho Eanes.

Ler opinião da historiadora Raquel Varela no artigo "25 de Novembro de 1975: um dia final que não foi inteiro nem limpo"

publicado por Conceição Janeiro às 17:08

04
Mai 13

Resumo disponível em Sítios da História12:

Desde finais dos anos setenta do século XX a União Soviética dava sinais de estagnação. O mundo socialista entrou ao mesmo tempo em crise, sem respostas e sem renovação devido à dinâmica pouco empreendedora das economias de feição centralizadora e estatizante.Na U.R.S.S. apesar de algumas reformas sociais e económicas desenvolvidas desde os anos sessenta como a das reformas laborais e a procura de acréscimo de produtividade industrial com a exploração das regiões siberianas, o esforço desenvolvido não teve a correspondente contrapartida. A burocracia e a corrupção alastrou nos anos setenta e mesmo os IX e X planos quinquenais não tiveram os efeitos esperados.

 

publicado por Conceição Janeiro às 10:44

11
Abr 13

 No Arquivo  Casa Comum da Fundação Mário Soares podemos consultar documentação relativa ao Movimento das Forças Armadas, designadamente os seus Boletins Informativos Informativos. Na imagem é visível a 1.ª página do Boletim n.º 15, de 22 de abril de 1975.

04436.015

O MFA – Movimento das Forças Armadas foi o responsável pela revolução de 25 de Abril de 1974, que pôs termo à ditadura em Portugal. Teve na sua origem no designado Movimento dos Capitães, resultante do descontentamento entre os militares face à política do governo de Marcello Caetano, designadamente no que respeitava à continuação da guerra colonial. O Movimento dos Capitães foi-se consolidando ao longo do ano de 1973, em torno dos objectivos de colocar um fim à guerra nas colónias e de restabelecer a democracia em Portugal, tendo, em Dezembro, eleito um Secretariado Executivo constituído por Vasco Lourenço, Otelo Saraiva de Carvalho e Vítor Alves. Formaram-se então várias comissões que iniciaram a preparação de um golpe militar, que teve a sua concretização a 25 de Abril do ano seguinte. As tropas foram comandadas no terreno por diversos capitães, sendo as operações dirigidas superiormente pelo major Otelo Saraiva de Carvalho. O movimento aparece então aos portugueses com um programa que se definia por três Dês: Democratização, Descolonização e Desenvolvimento. Depois da revolução, o MFA sofreu várias transformações na sua organização, primeiro ao nível da sua Comissão Coordenadora, e depois também com a formação do Conselho dos Vinte e das Assembleias do MFA. Integrou igualmente o Conselho da Revolução e, até 1982, teve papel fundamental na recomposição das hierarquias das Forças Armadas Portuguesas.

Via Casa Comum


publicado por Conceição Janeiro às 10:32

03
Mar 13

 Resumos discponibilizados por Viajando no tempo

Portugal: a estagnação do mundo rural

Em 1945, Portugal era um dos países menos desenvolvidos da Europa. Mais de metade da população trabalhava no sector primário, o que revelava o atraso da economia portuguesa, nomeadamente da agricultura.

Apesar das campanhas de produção das décadas de 1930 e 1940, o país agrário continuava um mundo sobrepovoado e pobre, com índices de produtividade que, em geral, não atingiam sequer a metade da média europeia. Os estudos apontavam como essencial o redimensionamento da produtividade, que apresentava uma profunda assimetria Norte-Sul: no sul do país (onde predominavam os latifúndios), prevalecia a escassa mecanização e o absentismo dos proprietários que mantinham a produtividade muito baixa; no norte, constituído maioritariamente por zonas de pequena propriedade, continuava a praticar-se uma agricultura tradicional, pouco produtiva. Portugal importava, por isso, grandes quantidades de produtos agrícolas.

O surto industrial e urbano

A política de autarcia empreendida pelo Estado Novo não atingiu os seus objetivos. Portugal continuou dependente da importação de matérias-primas, energia, bens de equipamento e outros produtos industriais, adubos e alimentos. Quando os países que tradicionalmente nos forneciam se envolveram na guerra, os abastecimentos tornaram-se precários e grassou a penúria e a carestia. Assim, em 1945, a Lei do Fomento e Reorganização Industrial estabelece as linhas mestres da política industrializadora dos anos seguintes. 

A emigração portuguesa

 Fenómeno persistente da história portuguesa, a emigração reduziu-se drasticamente nas décadas de 1930 e 1940, devido, primeiro, à Grande Depressão e, em seguida, à Segunda Guerra Mundial.

O fomento económico nas colónias

No pós-guerra o fomento económico das colónias passou também a constituir uma preocupação do Governo. Com efeito, nos inícios dos anos 50, o conceito de província ultramarina não se coadunava com as formas tipicamente coloniais de exploração dos territórios africanos.

publicado por Conceição Janeiro às 13:18

18
Nov 12

 

Folheto publicado em 1925, integrado na campanha que a Seara Nova fez advertindo contra o perigo do Fascismo.

Reproduz o artigo «O Fascismo e as suas repercussões em Portugal».

Via António Ventura (facebook)

publicado por Conceição Janeiro às 17:07

13
Nov 12
Nota: Selecionar em Captions as legendas em português.


O filme "América, anos 30" baseia-se na história do musical "The Cradle Will Rock", escrito por Marc Blitzstein, em 1937. O filme retrata os anos da Grande Depressão nos EUA, marcada pelas falências de empresas, o desemprego, as geves e as manifestações.Mas, ao mesmo tempo, em Nova Iorque fervilha uma revolução cultural sem precedentes.

publicado por Conceição Janeiro às 11:29

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