Apontamentos e reflexões sobre temas históricos do passado ao presente...

16
Abr 14

Documentário disponível no portal Ensina da RTP sobre o fim da censura em Portugal

publicado por Conceição Janeiro às 17:33

09
Mar 14

Encontra-se disponível no site da Associação 25 de abril um curso concebido e promovido pela A25A sobre a história contemporânea de Portugal, em particular a Revolução de 25 de abril de 1974.

Módulos:

I - O Estado novo no pós-guerra;  A oposição ao Estado Novo

II - Guerra colonial

III - A conspiração e a ação do 25 de abril

IV - A descolonização

V - A transição do poder revolucionário para o poder democrático

publicado por Conceição Janeiro às 16:02

18
Jan 14
Há 80 anos, a 18 de janeiro de 1834, os vidreiros da Marinha Grande insurgiram-se contra o regime salazarista, contestando a nova lei que proibia os sindicatos livres...





publicado por Conceição Janeiro às 10:51

03
Mar 13

 Resumos discponibilizados por Viajando no tempo

Portugal: a estagnação do mundo rural

Em 1945, Portugal era um dos países menos desenvolvidos da Europa. Mais de metade da população trabalhava no sector primário, o que revelava o atraso da economia portuguesa, nomeadamente da agricultura.

Apesar das campanhas de produção das décadas de 1930 e 1940, o país agrário continuava um mundo sobrepovoado e pobre, com índices de produtividade que, em geral, não atingiam sequer a metade da média europeia. Os estudos apontavam como essencial o redimensionamento da produtividade, que apresentava uma profunda assimetria Norte-Sul: no sul do país (onde predominavam os latifúndios), prevalecia a escassa mecanização e o absentismo dos proprietários que mantinham a produtividade muito baixa; no norte, constituído maioritariamente por zonas de pequena propriedade, continuava a praticar-se uma agricultura tradicional, pouco produtiva. Portugal importava, por isso, grandes quantidades de produtos agrícolas.

O surto industrial e urbano

A política de autarcia empreendida pelo Estado Novo não atingiu os seus objetivos. Portugal continuou dependente da importação de matérias-primas, energia, bens de equipamento e outros produtos industriais, adubos e alimentos. Quando os países que tradicionalmente nos forneciam se envolveram na guerra, os abastecimentos tornaram-se precários e grassou a penúria e a carestia. Assim, em 1945, a Lei do Fomento e Reorganização Industrial estabelece as linhas mestres da política industrializadora dos anos seguintes. 

A emigração portuguesa

 Fenómeno persistente da história portuguesa, a emigração reduziu-se drasticamente nas décadas de 1930 e 1940, devido, primeiro, à Grande Depressão e, em seguida, à Segunda Guerra Mundial.

O fomento económico nas colónias

No pós-guerra o fomento económico das colónias passou também a constituir uma preocupação do Governo. Com efeito, nos inícios dos anos 50, o conceito de província ultramarina não se coadunava com as formas tipicamente coloniais de exploração dos territórios africanos.

publicado por Conceição Janeiro às 13:18

15
Dez 12
publicado por Conceição Janeiro às 14:29

10
Set 12
publicado por Conceição Janeiro às 16:51

03
Ago 12

Visualiza aqui uma excelente apresentação de alunos do 9.º ano sobre a ditadura salazarista em Portugal e a Revolução de 25 de abril de 1974.

 

publicado por Conceição Janeiro às 18:22

22
Mai 12

 

Sobre esta Exposição pode ler-se no Youtube:

A Exposição do Mundo Português (23 de Junho — 2 de Dezembro de 1940) foi um evento realizado em Lisboa à época do Estado Novo. Com o propósito de comemorar simultaneamente as datas da Fundação do Estado Português (1140) e da Restauração da Independência (1640)
A exposição foi inaugurada em 23 de Junho de 1940 pelo Chefe de Estado, Marechal Carmona, acompanhado pelo Presidente do Conselho, Oliveira Salazar e pelo Ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco.

Fonte: Youtube

publicado por Conceição Janeiro às 11:23

15
Mai 12

"Com o Estado Novo abriu-se para Portugal uma época de prosperidade e de grandeza, comparável às mais brilhantes de toda a sua história. Começámos a ter dinheiro bastante para todas as despesas do Estado, e ainda para desenvolver a nossa riqueza e levar benefícios a todas as terras, mesmo às mais humildes e distantes. (...) Repararam-se as estradas existentes e fizeram-se outras. Rearmou-se o exército. Restaurou-se a marinha de guerra e a mercante. (...) Construíram-se muitas escolas, e hão-de construir as que forem precisas para que todas as crianças em idade escolar tenham onde educar-se e instruir-se."

Livro de Leitura da 3.ª classe, 4.ª ed., 1958

 

"Salazar é o chefe ideal: manda com doçura, com autoridade moral e com firmeza. Não precisa de fazer discursos espectaculosos para se fazer obedecer. O exemplo da sua vida voluntariamente obscura dá-lhe um extraordinário prestígio e uma força sem igual. A honestidade de Salazar constitui o melhor penhor do seu triunfo. Tanto pode um homem de caráter."

Livro de Leitura para a 4ª classe, Editora Educação Nacional, Porto

     

 Na catequese

 No exame da 4.ª classe

 Publicado por: Século em que nascemos

publicado por Conceição Janeiro às 17:27

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