Apontamentos e reflexões sobre temas históricos do passado ao presente...

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Jul 12

 Retirado do blogue Viajando no tempo

HISTÓRIA A – MÓDULO 7
12.º ano - resumos (1.ª parte) -
 A geografia política após a 1ª. Guerra Mundial
As ambições territoriais dos impérios e o seu desrespeito para com as nacionalidades conduziram a um clima de antagonismos, responsável pela I Guerra Mundial: a França não perdoava a perda da Alsácia-Lorena para a Alemanha e a Rússia necessitava de uma saída para o Mediterrâneo na Península Balcânica, só possível pela protecção dos eslavos oprimidos pelo Imperador Austro-húngaro.
Logo, os Balcãs eram dinamite pronto a explodir, o que aconteceu de facto, com o assassinato de Serajevo, em 26 de Junho de 1914, que vitimou, pela mão de um nacionalista sérvio da Bósnia-Herzegovina, anexada em 1908, Francisco Fernando e sua esposa, herdeiros do trono da Áustria-Hungria. E, assim, começa a I Guerra Mundial: de um lado a Tríplice Aliança (Alemanha e Áustria-Hungria) e de outro a Tríplice Entente (França, Rússia e Grã-Bretanha).
 A Sociedade das Nações
 
As crises do pós-guerra
 A difícil recuperação da Europa e a dependência em relação aos Estados Unidos
 A implantação do marxismo-leninismo na Rússia
 A Revolução Socialista Soviética – as revoluções de 1917
 O modelo soviético de Lenine – a coletivização  
 O modelo soviético de Lenine – O comunismo de guerra.
 O modelo soviético de Lenine – a NEP, Nova Política Económica
As repercussões no resto da Europa da Revolução Socialista Soviética
publicado por Conceição Janeiro às 13:45

 

Um livro de Esther Mucznic comentado por Beja Santos:

 Em anos recentes, a bibliografia sobre a questão do Holocausto e os judeus em Portugal veio a enriquecer-se com investigações de inegável interesse: José Freire Antunes em “Judeus em Portugal” recolheu o testemunho de 50 homens e mulheres (Edeline, 2002); Irene Pimentel escreveu o importante “Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial” (Esfera dos Livros, 2006); um investigador com pergaminhos, Avraham Milgram deu à estampa outro livro de grande qualidade “Portugal, Salazar e os Judeus” (Gradiva, 2010). Isto a par de memórias de alguns dos refugiados, como será o caso do impressivo relato de Fritz Teppich “Um refugiado na Ericeira” (Mar das Letras, 1999).
Esther Mucznik, uma estudiosa das questões judaicas, acaba de publicar “Portugueses no Holocausto” (Esfera dos Livros, 2012) que veio trazer luz sobre histórias ainda mal conhecidas do grande público. A autora dedica este seu trabalho a todos os portugueses que morreram no Holocausto, vítimas dos crimes nazis e, entre todos eles, aos descendentes de portugueses expulsos devido à sanha inquisitorial que avassalou o país no início do século XVI e que se refugiaram em Amesterdão, Istambul ou Salónica.
publicado por Conceição Janeiro às 10:59

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